Filmes.

APRENDIZ DE FEITICEIRO


A Disney é conhecida por seus contos de fadas, histórias que começam com "Era uma vez..." e terminam com "...e viveram felizes para sempre’’. Contendo em sua bagagem ótimos longas, mais uma vez a empresa com o filme O Aprendiz de Feiticeiro conseguiu atingir a sua missão principal: trazer a magia para o mundo das pessoas.

Dirigido por Jon Turteltaub, O Aprendiz de Feiticeiro conta a história de Dave, um rapaz solitário e introvertido que adora estudar e fazer experimentos com física, especialmente no campo da eletricidade. Seu sonho é ser um cara normal e encontrar a garota certa. Entretanto, quando encontra Balthazar, um feiticeiro que quer torná-lo seu aprendiz com o objetivo de ajudá-lo na luta contra dois feiticeiros poderosos, ele terá que decidir se realmente quer ser apenas mais um jovem comum.

O filme tem um pouco de tudo: ação, aventura, comédia, drama, romance e óbvio, fantasia.
Visualmente o filme não deixa a desejar com efeitos especiais bem produzidos, uma direção de arte fantástica e uma ótima trilha sonora super pop, porém peca em alguns momentos por não conseguir evitar um pouco de tédio no público.

O Aprendiz de Feiticeiro é ideal para quem curte filme passatempo e que não queira pensar, apenas curtir o momento.

  Predadores

 
Os predadores são uma espécie de zumbis do espaço: com o objetivo único de matar, comunicam-se por grunhidos e podem ser tão rápidos quanto desengonçados. Para eliminar um, é preciso arrancar-lhe a cabeça – com direito a jorro farto de sangue verde.

Com elenco premiado, Predadores pretende mostrar um planeta onde a necessidade maior aos humanos é simplesmente sobreviver. Infelizmente, a impressão geral que fica é a de um filme chato e previsível. As cenas se arrastam em diálogos desnecessários e piadas fracas, comprometendo (e muito) o impacto das cenas de ação.

O grupo de humanos, liderados (é claro) por um soldado americano, é composto por estereotipados representes de minorias étnicas, que vão sendo eliminados à medida que o tempo passa. Na tentativa de dar profundidade à simples perseguição que movimenta a trama, os personagens buscam saber por qual motivo foram “escolhidos”. O tal dilema, contudo, remete ao exaustivo clichê que Jogos Mortais (Saw) transformou em marca nos filmes da franquia.

Predadores talvez tenha ainda mais em comum com os acéfalos zumbis: é preciso abrir mão de boa parte da inteligência pra curtir o filme.

Alice no País das Maravilhas

 

Considerando que boa parte das pessoas interessadas por este filme tem uma idéia do que seja o mundo imaginário de Alice principalmente pelo que se lembra da própria animação Disney de tantos anos, qual seria o maior atrativo de uma nova versão? Podemos levar em conta que é uma adaptação aos olhos de Tim Burton, o qual mais uma vez faz sua parceria com Johnny Depp com experiência em outra versão de clássicos como em A Fantástica Fábrica de Chocolate. Porém, nenhuma outra atração teria tanta popularidade no momento que o fato da filmagem em 3D. Afinal, se vermos a idéia de se criar um novo enredo baseado no original em tempos diferentes, logo vamos lembrar da produção de Steven Spielberg para Peter Pan no início dos anos noventa.
É claro que a grande expectativa está em ver Alice cair pelo buraco abaixo de uma arvore e outras cenas coloridas sobre efeito dos óculos escuros dentro de uma sala de cinema, porém há uma grande chance de desconsiderar todo o mundo mágico para se atentar as modificações realizadas em relação ao conto original. Mesmo que o diretor, como de costume, faça a combinação visual inusitada de suas personagens com toda a animação e referências peculiares ao mundo real, seu enredo desenrola sem qualquer contra-tempo ou qualquer artifício para aumentar a expectativa na trama.

Percebemos antes de assistir que a exposição maior no elenco é sobre o chapeleiro maluco, mas durante o filme as rainhas irmãs disbobbam a atenção, principalmente pela narcisista rainha vermelha interpretada pela esposa Helena Bonham Carter sem deixar espaço para aquela que deveria ser a principal. A pequena Alice poderia desenvolver mais seu papel já que sofre mais alterações de sua original, pois nela há a inclusão de uma pessoa madura que tenta se tornar uma mulher independente fora de seu tempo, mas por outro lado foge de uma indecisão de adolescente. Quem sabe seria mais interessante se a versão levasse um toque sombrio, já que se trata do diretor com caracterizado por isso, porém haveria a limitação da faixa de público e não valeria a pena de ser distribuído da forma que está. 

Encontro Explosivo (Dia e Noite em Portugal) parece, de início, uma comédia romântica como outra qualquer: duas pessoas que se esbarram no aeroporto e começam um jogo de sedução em pleno voo. O que parecia um conto de fadas revela-se um pesadelo para a mocinha June que, assim como os ëxpectadores, tenta entender em vão tudo o que está acontecendo.

Sentindo-se culpado por ter envolvido June numa perigosa caçada, o ex-agente da CIA Roy decide proteger a moça custe o que custar. A primeira parte do filme é também a mais enigmática. As informações são dadas aos poucos, de modo a instigar a curiosidade e prender a atenção de todos. “Quanto menos você souber, melhor”, consola o misterioso galã.

É aí que a ação começa. Pontuadas por piadas fraquinhas, as cenas mais frenéticas são realmente o grande atrativo do filme. Em conflitos ao redor do mundo, o casal principal tem de lidar com matadores internacionais e pequenas crises de relacionamento.

Encontro Explosivo traz boas sequências, como a primeira luta, logo nos primeiros minutos, dentro do avião. Para aumentar a sensação de claustrofobia, os planos são fechados e o ambiente é pouco iluminado. Em outra parte do filme, para mostrar uma certa passagem de tempo, a câmera subjetiva mostra breves momentos de lucidez da protagonista (dopada) June.

Apesar de divertida, a película peca pela má qualidade de alguns efeitos especiais e pelas limitações de June, que oscila apenas entre gritos e desmaios – não é à toa que o carismático Roy rouba todas as cenas em que aparece. Contudo, entre tropeços e risos, o filme dá a volta ao mundo e a volta por cima – e nesse caminho, passa pelos Açores e termina na América do Sul.

 SIM, SENHOR!

Com o objetivo de mostrar o poder do Positivismo, Sim Senhor é mais um filme protagonizado por Jim Carrey, lançado no ano de 2008 com o título original Yes Man.

O filme conta a história de Carl (Jim Carrey), um homem entediado e ranzinza, acostumado a dizer Não a tudo que lhe perguntam, um dia ele resolve, por insistência de um amigo, visitar um templo onde só podia pronunciar a palavra Sim. Meio que forçado, Carl concorda com o método e decide dizer Sim para tudo. A partir daí sua vida muda extremamente para melhor.

Jim Carrey levou o prêmio MTV Movie Awards de Melhor Comediante por mais um ótimo papel, "arrancando" boas risadas do publico com o jeito confuso e atrapalhado do Carl.

O filme dura 104 minutos e traz uma ótima trilha sonora, conseguindo facilmente prender a atenção dos espectadores.

As piadas são boas, mas roteiro não é muito criativo, em algumas partes lembra o filme "O Mentiroso", também protagonizado por Jim em 1997. Ao ver o trailler, confesso que esperava que Sim Senhor seria mais um sucesso de bilheteria, mas sinceramente, o mais importante foi o filme trazer consigo o retorno do astro Jim Carrey, que estava meio sumido das telonas, né galera?

MEU MALVADO PREFERIDO


 
Chegar ao topo é difícil. Se manter por lá é ainda mais complicado. E este é o primeiro desafio de Gru, personagem principal de Meu Malvado Favorito.
Gru é um vilão mal encarado que usa suas poderosas armas até mesmo para comprar o café na esquina, congelando todos que estão na fila!
Para satisfazer sua mae -sempre insatisfeita Gru resolve encolher a lua, e para realizar isso precisa de uma maquina de encolher... tem a concorrencia de um esquelético vilão o VETOR que, por sua vez, quer agradar ao pai de um Banco Internacional. Margo, Edith e Agnes são 3 orfãs que foram adotadas por Gru para destrairem o VETOR enquanto Gru rouba a máquina de encolher!
Aos poucos Gru começa a sentir alegria pelas garotinhas pois elas são as únicas que conseguem ver naquele homem o que ninguém jamais viu: um pai em potencial.

Inteligente e preciso o filme nao subestima os mais novos que captam logo a historinha e seguem atentos.
Então para saber como termina essa incrível, engraçada e emocionante história somente assistindo!
Recomendo a Todos.
 
 

 

Percy Jackson 

 

Tudo Começa em Nova York , quando um garoto chamado Percy descobre que sua vida não seria a mesma desde quando soube que era Filho de Poseydon , o Deus dos mares , enquanto isso no olimpio , a maior arma que um deus ja pode ter foi Roubada : O Raio de Zeus .

Logo Apos disso Percy foi acusado de ter roubado o Mesmo, logo após disso muitas criaturas misticas e lendárias tentam matalo-para pegar o Raio . Mais Percy e seus Amigos Anabeth e seu Melhor amigo , que é um Satiro.
Percy e Seus Amigos partem em uma longa Jornada , que é muito perigosa e imprevisivel , para provar sua Inocencia para Os Deuses Olimpianos.

Furia de Titãs

 

 

Jesus Cristo nasceu de uma relação que Deus, na forma de homem, teve com Maria para se vingar de José. Preso num caixão, Jesus é jogado ao mar, mas sobrevive e é criado por mortais sem saber de seu passado. Crescido, encara a tarefa de salvar a humanidade, mas recusa-se a aceitar Deus como seu verdadeiro pai.

Seria mais ou menos essa a história cristã se nossos deuses fossem gregos. Se para a maioria das religiões modernas, Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, na Grécia o caminho foi inverso: dotados de sentimentos (e muitos defeitos) humanos, os deuses gregos tinham uma vida mais dramática que novela mexicana.

É nesse contexto, explicado no início do filme, que acompanhamos a saga de Perseu contra criaturas mitológicas e em busca de sua própria identidade. Se às vezes atropela a história para chegar rápido às cenas de ação, Fúria de Titãs também abusa de alguns personagens apenas para dar mais informações ao expectador através das falas. Apesar de válido, tal recurso acaba deixando alguns diálogos forçados e estranhos – o que, convenhamos, não vai fazer muita diferença num filme de aventura.

Irregular, a película acerta em vários pontos, mas tropeça nos principais. Dessa forma, vemos um Olimpo apático e opaco, praticamente uma Sala da Justiça sem graça. A maquiagem dos deuses é cafona e constrangedora, com barbas falsas e muito mega hair. Em compensação, as criaturas mágicas são impecavelmente retratadas, dando uma dose extra de realismo aos seres imaginários dos mitos gregos.

A trilha sonora é uma boa surpresa, com riffs e batidas rock dando o tom de ação em quase todas as grandes cenas. Os efeitos especiais convencem bem na maioria das vezes, menos quando trata-se da temível Medusa. Uma das atrações mais esperadas do filme, a personagem surge completamente digitalizada e atrapalhada – não é à toa que ela mal aparece e todo o clima de suspense é criado pela sonoplastia espetacular.

Construção de personagens realmente não é o forte do filme. Perseu luta para manter seus princípios, mas abre mão deles de forma tola e sem sentido. A princesa boa e justiceira é tão sonsa que, mesmo quando cai na água durante a cena do sacrifício, é incapaz de esboçar um simples movimento de nado, por menor que seja. Note também uma estranha semelhança com King Kong quando o Kraken aparece para matar a mocinha.

Mesmo com deuses tão polêmicos, o filme mantem o clima de sessão da tarde com uma piada ou outra entre as cenas de ação (inclusive com um cavalo alado que se comporta como cachorro). E se nosso céu não é tão animado quanto o Monte Olimpo, pelo menos não precisamos enfrentar criaturas mortíferas de trinta metros de altura em nossos mares. 

Shrek Para Sempre

 

 

Quando o primeiro Shrek foi lançado, em 2001, era quase impossível não se divertir com as aventuras do ogro que fazia piada com os contos de fadas. Naquela época, o mercado de filmes de animação era dominado pela gigante Disney/Pixar, e não era à toa que o anti-heroi verde desvirtuava personagens de filmes clássicos do estúdio rival, como Branca de Neve, Pinóquio, Bela Adormecida etc. 

Shrek transformou-se numa mina de ouro para seu estúdio, a Dreamworks. O sucesso grandioso, claro, rendeu várias e péssimas continuações. A franquia descia ladeira abaixo sem freio, por isso não é de se espantar que neste novo filme, Shrek Para Sempre(anunciado como o último da série), a história volte para o começo de tudo.

Na trama, Shrek, já pai de família, tem saudades da época de solteiro, quando assustava a todos e tinha uma vida cheia de emoções. Cansado da fama e entediado com o casamento, faz um pacto com o feiticeiro Rumplestiltskin para ter novamente um dia de glória. Porém o ogro é vítima de trapaça e agora precisa reconquistar Fiona para conseguir sua vida de volta.

Apesar de repetir inúmeras piadas dos outros filmes, Shrek Para Sempre consegue salvar a série de um fim vergonhoso. Com cenas de ação bem elaboradas e personagens afiados, ele diverte e empolga sem desanimar o clímax. Nos créditos finais, há uma reapresentação de todos os personagens que já participaram dos outros filmes. A gente já sai do cinema com saudade do ogro verde e sua turma... 

Eclipse tem um começo de tirar o fôlego. Nos primeiros cinco minutos do filme, até esquecemos que os vampiros da saga Crepúsculo são bonzinhos e purpurinados. O terceiro capítulo da série é também o melhor de todos – o que era bom foi superado, mas o que era ruim, infelizmente, continua presente.

A história continua exatamente a mesma dos outros filmes da saga: dividida entre o vampiro e o lobo, Bella é perseguida pela vilã Victoria e deseja ser imortalizada de uma vez por todas – mas Edward teme pela alma da moça. Assim como a vida dos vampiros, estacionada e paralisada pra sempre, parece que a trama também não evoluiu.

A heroína Bella merecia ser tema de estudo para o FBI. Sem nenhum talento especial, personalidade marcante ou beleza fora do comum, a garota consegue – sem o mínimo esforço – atrair para si toda a atenção do mundo. Amigos, pai, vampiros, lobos, vilões, todo mundo está atrás de Bella. No novo filme, a mocinha ainda tenta parecer mais rebelde, recusando o casamento e “desobedecendo” o namorado. Em vão.

Mas Eclipse tem bons momentos, como a caça à ruiva Victoria às margens do rio e a guerra entre o exército de vampiros e os clãs Cullen e Black. Há cenas divertidas também, como por exemplo o momento em que o pai de Bella tenta falar sobre sëxö com a filha.

Perceba também como os universos de personagens são bem divididos no filme: ao apresentar a família Cullen, as cores predominantes na tela são claras e frias, os cenários são limpos e espaçosos. Ao mostrar a reserva dos lobos da família Black, os tons se tornam amadeirados – apenas o verde se sobressai na floresta. A Flórida da mãe de Bella é amarela e ensolarada. Os vilões, é claro, são mostrados sempre em becos escuros e com tons pretos e sombrios. Ao mostrar a vida da protagonista (casa, escola etc), a fotografia tende a ser mais naturalista.

O ponto mais positivo de Eclipse, contudo, é sua trilha sonora. Cheia de ótimos artistas, a trilha que embala a história de Edward e Bella é muitíssimo bem selecionada e podia ser vendida como uma coletânea de bandas alternativas. Recomendo a todos que curtem Crepúsculo que procurem conhecer cada um dos artistas da trilha sonora individualmente.

Dessa forma, o jeito é esperar que o próximo filme da saga finalmente saia do lenga-lenga e traga mais emoção para a história que já conquistou jovens do mundo inteiro. De preferência, com muito mais rock!